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Palavra de Bailarina

Para além de dançar o Mundo, gosto de escrevê-lo

Qua | 29.08.18

Sobre o livro "Bem-vindos a Joyland"

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O livro "Bem-vindos a Joyland" é do romancista Stephen King, do qual gosto bastante pela simplicidade da escrita, contrastante com os enredos sempre ricos e criativos. A "fácil" interpretação que nos proporcionam as suas histórias dá-nos vontade de terminar a leitura dos livros no mesmo dia em que os abrimos pela primeira vez, e o "Bem-vindos a Joyland" não é exceção. É um thriller/policial narrado a maior parte do tempo por Devin Jones, um estudante que aceita trabalhar num parque de diversões durante o Verão para esquecer um desgosto amoroso. Só o facto da ação ser centrada num parque de diversões já me captou a atenção durante a leitura do resumo. Não é vulgar e, pelo contrário, é um local estranho para um livro deste tipo se desenrolar (o que torna tudo ainda mais interessante). Há sempre muitos estímulos pelos quais pegar na nossa imaginação, durante a leitura: as cores, as luzes, as atrações principais, os sons, os cheiros... Quer dizer, quem é que nunca foi a um parque de diversões? Ou pelo menos à festa da terrinha ou à feira popular? Com certeza que a partir destes momentos terão a base para se deixarem levar. Só que esta não é uma história feliz, de regresso à infância, de carrinhos de choque e algodão doce. É, como eu referi, um thriller/policial. E por isso, tem homicídio, suspeitos, fantasmas e, claro, relações de amizade, recuperações de desgostos e uma relação amorosa nada convencional. 

"Bem-vindos a Joyland" é um livro que achamos que sabemos como se vai desenrolar mas que, ao ler, nos apercebemos rapidamente do quanto estamos enganados. Muito à Stephen King. Aconselho muito!

 

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